Consumidor volta às lojas, mas segura gasto, diz pesquisa

Pessoas caminhando em um shopping, com poucas sacolas de compras, indicando cautela nos gastos.

Seu negócio de marketplace pode sentir o impacto de um novo comportamento do consumidor. Uma pesquisa do Índice de Performance do Varejo (IPV), desenvolvida pela HiPartners e divulgada pelo Valor Econômico, mostra que, embora o movimento de pessoas em lojas físicas tenha crescido 10% em maio de 2026, o faturamento do varejo brasileiro recuou 6% no mesmo período. Isso indica que, mesmo com mais gente nas ruas, a decisão de compra está mais cautelosa, influenciada por dívidas e inflação.

Sua operação de vendas online precisa se adaptar a um consumidor mais presente nas lojas, mas que gasta menos. O Índice de Performance do Varejo (IPV), da HiPartners, revelou que o movimento de pessoas em shoppings e no comércio de rua aumentou 10% em maio de 2026, comparado ao ano anterior, segundo o Valor Econômico. Contudo, esse aumento de fluxo não se traduziu em vendas, já que o faturamento do varejo brasileiro teve uma queda de 6% no mesmo período. Isso significa que, mesmo com mais vitrines sendo vistas, as compras estão sendo adiadas ou reduzidas.

O que a pesquisa da HiPartners revelou sobre o varejo?

A pesquisa da HiPartners, divulgada em 29 de junho de 2026 pelo Valor Econômico, aponta uma dicotomia no comportamento do consumidor brasileiro. Houve um crescimento de 10% no movimento de pessoas em lojas físicas (shoppings e comércio de rua) em maio de 2026, em comparação com o mesmo mês do ano anterior. No entanto, o faturamento do varejo nacional recuou 6% no período. Este cenário sugere que, embora os consumidores estejam mais dispostos a sair e visitar estabelecimentos, a decisão de compra é contida, principalmente devido ao peso das dívidas e da inflação nas finanças pessoais.

Como a queda no faturamento afeta seu negócio online?

A queda de 6% no faturamento do varejo, mesmo com o aumento de 10% no movimento de lojas, indica que o consumidor está mais seletivo e cauteloso com seus gastos. Para você, vendedor de marketplace, isso significa que a concorrência por cada venda se intensifica. Se o consumidor está segurando o gasto nas lojas físicas, é provável que ele também esteja mais criterioso nas compras online. A inflação e as dívidas, mencionadas na pesquisa, reduzem o poder de compra e fazem com que cada real gasto seja mais pensado. Isso pode levar a um aumento no tempo de decisão de compra e na busca por ofertas e produtos de maior valor percebido.

O que o vendedor deve fazer diante desse cenário?

Diante da queda de 6% no faturamento do varejo e da cautela do consumidor, você deve focar em estratégias que agreguem valor e otimizem a conversão. Com o movimento de pessoas crescendo 10%, mas as vendas caindo, é crucial que seus anúncios se destaquem pela clareza de benefícios e preços competitivos. Considere ajustar suas ofertas para produtos de necessidade ou que apresentem um excelente custo-benefício. Além disso, a chegada do frio no centro-sul do país, conforme observado na legenda da imagem da fonte, pode impulsionar o vestuário. Se você vende itens de moda, é uma oportunidade para destacar produtos de inverno, como casacos e blusas, aproveitando essa demanda sazonal. Monitore de perto seus custos e margens para garantir que suas promoções sejam sustentáveis e atraentes para o consumidor que está segurando o gasto.

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Fonte: Valor Econômico

Perguntas Frequentes

Qual foi o principal achado da pesquisa da HiPartners?

A pesquisa revelou que o movimento de pessoas em lojas físicas cresceu 10% em maio de 2026, mas o faturamento do varejo brasileiro recuou 6% no mesmo período. Isso indica que os consumidores estão visitando mais, mas comprando menos, influenciados por dívidas e inflação.

Por que o faturamento do varejo caiu mesmo com mais movimento?

A queda de 6% no faturamento, apesar do aumento de 10% no movimento, é atribuída à cautela do consumidor. Fatores como dívidas e inflação estão pesando nas decisões de compra, fazendo com que as pessoas visitem as lojas, mas adiem ou reduzam seus gastos efetivos.

Como os vendedores de marketplace podem se adaptar a esse cenário?

Vendedores devem focar em valor e otimização. É crucial destacar produtos com bom custo-benefício, ajustar ofertas e considerar a demanda sazonal, como itens de vestuário de inverno, que podem ter um impulso com a chegada do frio, conforme sugerido pela fonte.

Relri Stein

Relri Stein acredita que todo seller merece as mesmas ferramentas que os grandes players usam para escalar. Especialista em automação com pós-graduação na área, já ajudou sellers a ultrapassarem R$ 1 bilhão em vendas nos marketplaces através de estratégia e automação. Hoje, como Co-Fundador e CEO da SellSync, transforma essa experiência em tecnologia acessível para sellers que querem vender mais sem trabalhar mais.

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